O Papa recordou hoje no Vaticano os cristãos que são perseguidos em várias partes do mundo, durante a sua mensagem de Páscoa, pronunciada desde a varanda da Basílica de São Pedro.

Antes da tradicional bênção ‘urbi et orbi’ [à cidade (de Roma) e ao mundo], Francisco aludiu aos “irmãos e irmãs que são perseguidos por causa da sua fé e a sua lealdade ao nome de Cristo”.

Também a respeito da próxima Cimeira Mundial da Ajuda Humanitária, advertiu para a necessidade de “colocar no centro a pessoa humana com a sua dignidade”, especialmente as pessoas “mais vulneráveis e os que sofrem perseguição por motivos étnicos e religiosos”.

O Papa mostrou a sua preocupação “diante do mal que parece prevalecer na vida de tantas pessoas” e falou dos que “perderam toda a esperança e alegria de viver”.

A esse respeito, falou da solidão dos “idosos oprimidos” e dos jovens para os quais “parece não existir o futuro, apresentando a todos a alegria e esperança da ressurreição de Jesus.

“Que esta mensagem consoladora de Jesus possa ajudar cada um de nós a recomeçar com mais coragem, para assim construir estradas de reconciliação com Deus e com os irmãos”, declarou.

A Páscoa assinala a ressurreição de Jesus e é a festa mais importante do calendário litúrgico da Igreja Católica.

“Diante dos abismos espirituais e morais da humanidade, diante dos vazios que se abrem nos corações e que provocam ódio e morte, somente uma infinita misericórdia nos pode dar a salvação”, referiu o Papa.

Francisco convidou a um “anúncio jubiloso da Páscoa”, que dá à humanidade a certeza de que “o abismo da morte foi cruzado e, com isso, foram derrotados o luto, o pranto e a dor”.

Agência Ecclesia – ler artigo completo aqui.

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